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Sunmi rouba samples da Cheryl Cole e ganha dinheiro com seu mais novo hit de superação “Heroine”

Depois de ter o viral do ano passado, Sunmi está de volta com “Heroine” que, segundo ela, serve de prequel para os acontecimentos de Gashina. Assim como Chungha, Sunmi chutou o tropical house para trazer um pop/dance mais redondo e efetivo para as massas, mas enquanto Chungha veio com um pop de novata britânica tentando acontecer no pop, Sunmi já foi para uma linha na qual serviria tranquilamente como single dos álbuns mais recentes da Kylie Minogue…

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Explicando relançamentos e como EXO vai ter o álbum mais vendido do K-pop no UWC mas não na Coreia do Sul

Vários barracos mês passado envolvendo o chart de fim de ano do UWC e alguns outros charts de fim de ano e em alguns charts de fim de ano montados por fãs onde colocam o The War, do EXO, como álbum mais vendido do K-pop no ano. Foi engraçado e tal até certo ponto onde, assim como toda discussão por causa de chart, vai ficando chato. Mas como eu tenho certeza que esses barracos vão ressurgir das cinzas por conta do chart de fim de ano do Gaon que deve sair na próxima quinta, eu venho aqui ANTECIPAR OS MOVIMENTOS DA FANBASE e explicar como caralhos funciona um relançamento, afinal.

O QUE É UM RELANÇAMENTO?

Relançamento (Ou repackaged, no english capopeiro) é, como o próprio nome diz, o lançamento do mesmo material+algum conteúdo novo para o público. Esse conteúdo pode incluir faixas novas, material multimídia novo, uma nova roupagem para o álbum, faixas remasterizadas, enfim, coisas que acrescentem algo de novo e atual para o produto. Os nomes desses relançamentos não costumam destoar tanto do nome original, normalmente só acrescentando um Deluxe Edition, Special Edition ou só complementando o nome original do álbum (No K-pop não é sempre assim, mas é uma exceção mesmo).

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Em teoria, um relançamento NÃO É um novo álbum, mas isso varia mais de como o chart contabiliza esse relançamento do que seguir uma regra específica, mas isso eu explico mais pra frente. Só é importante lembrar que relançamentos NÃO SÃO CRIMES OU TRUQUES SUJOS PARA AUMENTAR NÚMEROS como a fanbase está querendo fazer ultimamente.

POR QUE AS GRAVADORAS/ARTISTAS RELANÇAM ÁLBUNS?

Simplesmente para, de alguma forma, ampliar o tempo de desempenho comercial do álbum em questão. No K-pop o ciclo promocional de um lançamento é diferente e mais curto que o habitual, e como não existe o esquema de lançar edições deluxe junto com edições normais como acontece normalmente por aqui, os relançamentos são bem mais comuns para dar mais uns meses de vida ao produto. Nem sempre uma gravadora vai optar por relançar um álbum, somente se achar necessário mesmo. Normalmente quando os álbuns são muito bem sucedidos e as gravadoras notam que dá para extrair mais daquele produto promovendo por mais tempo, eles são relançados, como o The Fame+The Fame Monster, da Lady Gaga, e o Teenage Dream+Teenage Dream: The Complete Confection, da Katy Perry, por exemplo.

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Outro exemplo bem comum de relançamento é para comemorar certos aniversários de álbuns importantes nas carreiras dos artistas, como Ayumi Hamasaki relançando o A BEST em 2016 comemorando 15 anos da coletânea, ou Utada Hikaru relançando o First Love em 2014 também comemorando os 15 anos do álbum. Normalmente essas edições comemorativas contam apenas com a remasterização das faixas, mas também podem ser incluídas faixas descartadas da época, B-cuts do photoshoot do álbum, entre outros mimos.

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COMO OS CHARTS CONTAM OS RELANÇAMENTOS?

Falando dos charts que eu conheço e acompanho, Billboard e Oricon contam juntos os seus relançamentos, acrescentando seus números aos números originais. Na Oricon o 1st Japan Album do SNSD só chegou ao certificado de Million Seller por conta do relançamento ~THE BOYS~, por exemplo.

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O UWC também conta os relançamentos somados aos seus lançamentos originais, e é aí que chegamos ao THE WAR x Love Yourself: Her. Para o UWC, The War é o álbum mais vendido do K-pop com 1.413.000 cópias contra 1.338.000 cópias do Love Yourself: Her. Mas isso só acontece devido as vendas do The War no UWC serem somadas ao The Power Of Music, já que os charts coreanos Gaon e Hanteo (Utilizados para a contagem do UWC) mostram os números separadamente. Desse jeito, temos no chart de fim de ano do Hanteo:

#1 Love Yourself: Her: 1.011.011 cópias
#2 The War (Korean Ver.): 791.458 cópias
#6 The Power of Music (Korean Ver.) 392,471 cópias

No Gaon a ordem deve ser a mesma, mas com números maiores que o Hanteo como sempre foram (Love Yourself tem em torno de 1,4kk no Gaon, a versão coreana do The War tem 950k e a versão coreana do The Power Of Music tem 450k sem as atualizações de dezembro). Isso acontece porque os charts NÃO SÃO OBRIGADOS a contarem juntos os relançamentos. Ou seja, não é só na Coreia que os relançamentos são tratados como álbuns diferentes e contados separadamente dos álbuns originais.

CONCLUSÃO

A decisão mais racional é respeitar a lógica do chart em questão divulgando esses números. Ou seja, para o UWC EXO tem o álbum mais vendido do K-pop no ano, e no Gaon/Hanteo BTS vai ter o álbum mais vendido. Vai da sua índole e do que for mais conveniente para você contar os álbuns do EXO separadamente ou não (Assim como qualquer outro relançamento). Pode parecer injusto contar The War+The Power Of Music como um só para as ARMYs, mas a Big Hit tinha a mesma opção de relançar o EP (Ainda mais se aproveitando do natal para fazer um relançamento natalino como TWICE fez), mas optou por não fazer. Assim como EXO pode ter ou não o álbum mais vendido dependendo do chart utilizado, e as EXO-L vão ter que lidar com o Gaon mostrando o BTS em #1 no chart anual de álbuns uma vez que lá eles não somam relançamentos. Mas se quiserem continuar brigando por conta de diferentes usos de números nos charts ao redor do mundo… Bom, quem sou eu para impedir né.

A MBK conseguiu os direitos da marca comercial do T-ara por 10 anos. Isso quer dizer que, de fato, elas estão bem vivas

2017 rendeu vários girlgroups que “Acabaram porém não acabaram” com aquela história de que os grupos não acabaram mesmo não sobrando uma alma viva dentro da empresa. Na prática, normalmente isso significa que o grupo acabou mas ambos os lados não querem perder fanbase para manter vivas as esperanças e manter o apoio nas atividades individuais… Porém o T-ara, que recentemente anunciou que todas as integrantes saíram da MBK, tomou um rumo diferente, já que foi reportado que a antiga empresa quer os direitos da marca T-ara para si:

“Baseado nos dados encontrados no site do Escritório de Propriedade Intelectual Coreano, a MBK requeriu os direitos da marca comercial T-ara no dia 28 de dezembro de 2017. Caso seja aprovado, a marca T-ara será propriedade da MBK, e as integrantes não estariam aptas a promover sob o nome T-ara ou as músicas do grupo fora da MBK.”

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PLAYLIST DO LEITOR: Indicações para o mês de novembro

Atrasei um pouquinho com esse post né? Então vamos jogando logo o tema do mês para vocês indicarem seus hinos, que devem ser…

♥ ÁLBUM TRACKS ♥

Sabe aquele hino que foi injustiçado apenas como álbum track e não virou single nem ganhou um mísero MV? Aquele momento que você estava afim de xingar a JYP por matar Lips como álbum track? (Eu xinguei muito)

Pois essa é a sua chance de mostrar as pérolas perdidas no meio dos álbuns de Asian Pop. No aguardo de muitas indicações hein ❤

Ah, se não viu ainda a playlist do mês passado, clique aqui e dá uma conferida (Ou então aperte no player que está na outra coluna do blog)

PLAYLIST DO LEITOR: Indicações para o mês de outubro

Depois da playlist de agosto ter sido um sucesso, é claro que ia acontecer algo para não fazer a playlist pra setembro. Já tinha explicado antes, mas como me enrolei demais com meu artigo, não tinha como eu matar meu tempo pesquisando as possíveis músicas que vocês colocariam para mim. Agora que as coisas estão mais tranquilas vamos para a playlist de outubro.

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Cerca de R$50 milhões em royalties não pagos foram descobertos depois das reclamações de Sorn na internet

Deu na internet um pronunciamento da representante do Comitê de Educação, Esportes e Turismo da Assembleia Nacional da Coreia, dizendo que os portais de música coreanos Melon, Genie, Bugs e Mnet devem 17.4 BILHÕES de Won (O equivalente a quase 50 milhões de golpinhos) em royalties para artistas e produtores da indústria.

“Os royalties não pagos e os direitos autorais devidos aos produtores e artistas pelos ‘4 grandes distribuidores de música digital’ somam 17,4 bilhões de Won no período de 2014 até o 1º trimestre de 2017.

A questão dos royalties não remunerados foi levantada frequentemente no passado, mas o governo não conseguiu preparar contra medidas e as empresas não colocaram esforços na resolução do problema.

O MelOn já se pronunciou dizendo que está trabalhando com o governo e os detentores dos direitos para achar uma solução.”

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