Oh My Girl segue arranjando uns refrões meia boca para os comebacks, mas dessa vez o resto de “Secret Garden” compensa

Depois da icônica Windy Day de 2016, Oh My Girl está com um problema comigo onde não consigo curtir nenhum refrão delas. Tá que no cover do papaya e em Coloring Book as músicas são bem ruins por completo mesmo, mas “Secret Garden” era de fato promissora para Oh My Girl se redimir e ganhar uma nova vida comigo e o refrão derruba bem todo o potencial que a faixa poderia ter:

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Explicando relançamentos e como EXO vai ter o álbum mais vendido do K-pop no UWC mas não na Coreia do Sul

Vários barracos mês passado envolvendo o chart de fim de ano do UWC e alguns outros charts de fim de ano e em alguns charts de fim de ano montados por fãs onde colocam o The War, do EXO, como álbum mais vendido do K-pop no ano. Foi engraçado e tal até certo ponto onde, assim como toda discussão por causa de chart, vai ficando chato. Mas como eu tenho certeza que esses barracos vão ressurgir das cinzas por conta do chart de fim de ano do Gaon que deve sair na próxima quinta, eu venho aqui ANTECIPAR OS MOVIMENTOS DA FANBASE e explicar como caralhos funciona um relançamento, afinal.

O QUE É UM RELANÇAMENTO?

Relançamento (Ou repackaged, no english capopeiro) é, como o próprio nome diz, o lançamento do mesmo material+algum conteúdo novo para o público. Esse conteúdo pode incluir faixas novas, material multimídia novo, uma nova roupagem para o álbum, faixas remasterizadas, enfim, coisas que acrescentem algo de novo e atual para o produto. Os nomes desses relançamentos não costumam destoar tanto do nome original, normalmente só acrescentando um Deluxe Edition, Special Edition ou só complementando o nome original do álbum (No K-pop não é sempre assim, mas é uma exceção mesmo).

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Em teoria, um relançamento NÃO É um novo álbum, mas isso varia mais de como o chart contabiliza esse relançamento do que seguir uma regra específica, mas isso eu explico mais pra frente. Só é importante lembrar que relançamentos NÃO SÃO CRIMES OU TRUQUES SUJOS PARA AUMENTAR NÚMEROS como a fanbase está querendo fazer ultimamente.

POR QUE AS GRAVADORAS/ARTISTAS RELANÇAM ÁLBUNS?

Simplesmente para, de alguma forma, ampliar o tempo de desempenho comercial do álbum em questão. No K-pop o ciclo promocional de um lançamento é diferente e mais curto que o habitual, e como não existe o esquema de lançar edições deluxe junto com edições normais como acontece normalmente por aqui, os relançamentos são bem mais comuns para dar mais uns meses de vida ao produto. Nem sempre uma gravadora vai optar por relançar um álbum, somente se achar necessário mesmo. Normalmente quando os álbuns são muito bem sucedidos e as gravadoras notam que dá para extrair mais daquele produto promovendo por mais tempo, eles são relançados, como o The Fame+The Fame Monster, da Lady Gaga, e o Teenage Dream+Teenage Dream: The Complete Confection, da Katy Perry, por exemplo.

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Outro exemplo bem comum de relançamento é para comemorar certos aniversários de álbuns importantes nas carreiras dos artistas, como Ayumi Hamasaki relançando o A BEST em 2016 comemorando 15 anos da coletânea, ou Utada Hikaru relançando o First Love em 2014 também comemorando os 15 anos do álbum. Normalmente essas edições comemorativas contam apenas com a remasterização das faixas, mas também podem ser incluídas faixas descartadas da época, B-cuts do photoshoot do álbum, entre outros mimos.

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COMO OS CHARTS CONTAM OS RELANÇAMENTOS?

Falando dos charts que eu conheço e acompanho, Billboard e Oricon contam juntos os seus relançamentos, acrescentando seus números aos números originais. Na Oricon o 1st Japan Album do SNSD só chegou ao certificado de Million Seller por conta do relançamento ~THE BOYS~, por exemplo.

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O UWC também conta os relançamentos somados aos seus lançamentos originais, e é aí que chegamos ao THE WAR x Love Yourself: Her. Para o UWC, The War é o álbum mais vendido do K-pop com 1.413.000 cópias contra 1.338.000 cópias do Love Yourself: Her. Mas isso só acontece devido as vendas do The War no UWC serem somadas ao The Power Of Music, já que os charts coreanos Gaon e Hanteo (Utilizados para a contagem do UWC) mostram os números separadamente. Desse jeito, temos no chart de fim de ano do Hanteo:

#1 Love Yourself: Her: 1.011.011 cópias
#2 The War (Korean Ver.): 791.458 cópias
#6 The Power of Music (Korean Ver.) 392,471 cópias

No Gaon a ordem deve ser a mesma, mas com números maiores que o Hanteo como sempre foram (Love Yourself tem em torno de 1,4kk no Gaon, a versão coreana do The War tem 950k e a versão coreana do The Power Of Music tem 450k sem as atualizações de dezembro). Isso acontece porque os charts NÃO SÃO OBRIGADOS a contarem juntos os relançamentos. Ou seja, não é só na Coreia que os relançamentos são tratados como álbuns diferentes e contados separadamente dos álbuns originais.

CONCLUSÃO

A decisão mais racional é respeitar a lógica do chart em questão divulgando esses números. Ou seja, para o UWC EXO tem o álbum mais vendido do K-pop no ano, e no Gaon/Hanteo BTS vai ter o álbum mais vendido. Vai da sua índole e do que for mais conveniente para você contar os álbuns do EXO separadamente ou não (Assim como qualquer outro relançamento). Pode parecer injusto contar The War+The Power Of Music como um só para as ARMYs, mas a Big Hit tinha a mesma opção de relançar o EP (Ainda mais se aproveitando do natal para fazer um relançamento natalino como TWICE fez), mas optou por não fazer. Assim como EXO pode ter ou não o álbum mais vendido dependendo do chart utilizado, e as EXO-L vão ter que lidar com o Gaon mostrando o BTS em #1 no chart anual de álbuns uma vez que lá eles não somam relançamentos. Mas se quiserem continuar brigando por conta de diferentes usos de números nos charts ao redor do mundo… Bom, quem sou eu para impedir né.

A MBK conseguiu os direitos da marca comercial do T-ara por 10 anos. Isso quer dizer que, de fato, elas estão bem vivas

2017 rendeu vários girlgroups que “Acabaram porém não acabaram” com aquela história de que os grupos não acabaram mesmo não sobrando uma alma viva dentro da empresa. Na prática, normalmente isso significa que o grupo acabou mas ambos os lados não querem perder fanbase para manter vivas as esperanças e manter o apoio nas atividades individuais… Porém o T-ara, que recentemente anunciou que todas as integrantes saíram da MBK, tomou um rumo diferente, já que foi reportado que a antiga empresa quer os direitos da marca T-ara para si:

“Baseado nos dados encontrados no site do Escritório de Propriedade Intelectual Coreano, a MBK requeriu os direitos da marca comercial T-ara no dia 28 de dezembro de 2017. Caso seja aprovado, a marca T-ara será propriedade da MBK, e as integrantes não estariam aptas a promover sob o nome T-ara ou as músicas do grupo fora da MBK.”

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Com “Heart Attack”, Chuu dá um tom mais mainstream aos solos do Loona… O que não é um problema, no fim das contas

Eu sei que estou fora do timing pra comentar a mais recente girl of the month do Loona, mas que culpa eu tenho se ela resolveu lançar “Heart Attack” logo quando estava terminando o meu Top de fim de ano, né?! Bom, agora que as águas estão mais calmas dá para fazer uns comentários sobre o que Chuu aprontou com seu solo e…

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Graças a JooE, Momoland acerta seu 1º single e traz o 1º hino de 2018 com “BBoom BBoom”

Até então Momoland era só mais um grupo que fazia parte daquela massa de grupos nugus fazendo a mesma coisa e que ninguém dava muita moral não, até que a ascensão do meme vivo JooE, em algum momento, ia mudar o rumo do grupo. E o momento chegou hoje, com Duble Sidekick entregando o grupo para Shinsadong Tiger fazer a viciante “BBoom BBoom”:

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Japanese singer BoA revela detalhes de seu novo álbum, “Watashi Kono Mama de Ii no Kana”

Daí que no final de ano aconteceram várias coisinhas que não deu para cobrir por conta de estar fazendo o top de fim de ano no blog, mas agora vou dar um jeitinho de cobrir essas coisas mesmo que atrasadas mesmo quando não rolar pauta good hot fresh and fly e tal. Para começar vamos falar da avex dando um passe bem gostoso para BoA no Japão e um novo álbum de estúdio (O primeiro desde 2014 no Japão), “Watashi Kono Mama de Ii no Kana”:

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